sexta-feira, 28 de outubro de 2011

O SERVIDOR PÚBLICO

Diz a lenda que um Presidente da República teria perguntado a um servidor público quanto ele ganhava para fazer determinado serviço a população. A resposta foi simples e direta Sr Presidente eu faço porque gosto , se fossem me pagar de forma justa nenhum dinheiro seria suficiente . A todos que como eu labutam diariamente nas carreiras públicas um feliz dia e a certeza de que mesmo com a falta de entendimento de muitos a maioria de nós faz o melhor possível por suas organizações, instituições e empresas públicas em todo o Brasil

O servidor público
28 Out 2011

Edmilson Gama da Silva
Presidente do BRB

A organização do Estado, tema que mobilizou a trindade da filosofia grega — Sócrates, Platão e Aristóteles —, é, sem dúvida, um dos principais marcos civilizatórios da história humana. Ali, surge pela primeira vez a figura anônima do servidor público, o servidor da pólis, personagem que, no exercício da função, devotava-se ao interesse coletivo, personificando o Estado, o ente comum, que, sendo de todos, não era privativo de ninguém.
Desde então, o servidor público tornou-se personagem central na organização das cidades e na vida dos cidadãos. Não havia ainda um padrão comum na distribuição das funções nos diversos Estados que, a partir de então, se organizaram.
Somente com o advento da burocracia, a partir do século 18, é que se começou a racionalizar a distribuição de funções, em busca de maior eficácia. Max Weber, fundador da teoria sociológica, elaborou um conceito de burocracia baseado em elementos jurídicos do século 19, concebidos por teóricos do direito.
O termo foi empregado para indicar funções da administração pública, guiadas por normas, atribuições específicas, esferas de competência bem delimitadas e critérios de seleção de funcionários. Designava o aparato técnico-administrativo, formado por profissionais especializados, selecionados segundo critérios racionais, de modo a cumprir com maior eficácia as diversas tarefas dentro do sistema estatal.
Houve, no curso do tempo, em função de governos mais ou menos centralistas, distorções no uso da estrutura burocrática, chegando ao ponto de a burocracia deixar de ser um meio para constituir um fim em si mesmo. Mas essa é outra história.
Cumpre registrar que o advento da burocracia especializou a mão de obra do funcionalismo, favorecendo a que o Estado melhor cumprisse sua missão. Se, em diversas situações históricas, isso não se materializou, deve-se à ação política de governos, que, na ânsia por mais poder, distorceram seu papel social e moral.
No Brasil, a modernização do serviço público deu-se tardiamente, ao tempo do Estado Novo, de Getúlio Vargas, nos anos 40 do século passado. Antes, prevaleciam critérios subjetivos que, no Império, levaram a elite aristocrática a ocupar postos-chaves na administração e, na República, as oligarquias a nomear pessoas com pouco ou nenhum espírito público.
Mesmo assim, grandes figuras da cultura, no Império e na República — entre outros, Machado de Assis, Olavo Bilac, Lima Barreto, Guimarães Rosa, João Cabral de Melo Neto, para citar só alguns —, fizeram do serviço público seu ganha-pão e contribuíram para elevar seu padrão de serviços.
A modernização varguista tornou o Estado atraente aos meios acadêmicos. Estabeleceu carreiras e propiciou remunerações mais dignas. Não obstante o perfil autoritário daquele regime, o Estado passou a funcionar com maior eficiência.
Na sequência, o Brasil se democratizaria e se industrializaria, com o surgimento de empresas estatais de grande porte, como Petrobras, Companhia Siderúrgica Nacional, Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco, Eletrobras e outras mais. O Estado passa a contar com uma elite funcional, que inaugura nova fase de desenvolvimento, que chegaria ao apogeu no governo JK. O país, é verdade, beneficiou-se de expressivos financiamentos e investimentos externos. Mas nada disso funcionaria sem a qualificação e a dedicação do servidor, peça chave para a implementação de qualquer política pública.
Considerando-se os avanços que o Brasil obteve nas últimas décadas, sob diferentes regimes e governos, e o papel que o Estado neles exerceu, constata-se que o saldo em favor do servidor público é amplamente favorável.
O Brasil é um país que hoje tem peso no cenário mundial. Possui quadros de alta qualidade técnica no Itamaraty, no sistema bancário (Banco do Brasil, Banco Central, Caixa Econômica Federal, Banco de Brasília e outros bancos estaduais), na Fazenda, no Planejamento, na Educação, em vários postos do Executivo, e ainda nas Forças Armadas, no Judiciário e no Legislativo.
Considere-se ainda que, ao longo de todo esse período, houve retrocessos no tratamento dado ao servidor. Sucessivos governos lhe impuseram a conta das crises, congelando salários, deixando de atualizar planos de cargos e carreiras.
Mais que isso, tornou-se uma espécie de patinho feio da vida pública nacional, estereotipado como preguiçoso, quando, ao contrário, em grande medida, dá mais do que recebe. O que muita gente desconhece é que a vocação para servir é uma realidade.
Conheço grandes quadros técnicos no serviço público brasileiro que poderiam ter valiosos benefícios e vantagens na iniciativa privada, mas que optaram por servir ao Estado. Realizam-se empreendendo políticas públicas cujos benefícios chegam a milhões, o que não é possível laborando em uma empresa do setor privado.
Na Embrapa e na Emater-DF, por exemplo, há cientistas de primeira linha, em condições de trabalhar em qualquer empresa de ponta do Primeiro Mundo, mas que preferem dedicar sua vida ao Estado. Em todos os segmentos e escalões do serviço público, do mais modesto aos mais elevados, há gente assim, a quem é preciso fazer justiça.
Por isso, para que esse patrimônio não se perca — e, ao contrário, se fortaleça — , é fundamental registrar a importância do servidor público e do seu amor em fazer do seu trabalho uma verdadeira profissão de fé a serviço de uma coletividade que dele depende.

Cada um por si...

O texto abaixo do professor Luiz Marins é uma radiografia do acontece na maioria das empresas
Boa Leitura
Tenho visto uma coisa acontecer e que tem trazido enormes prejuízos às empresas. Em vez de haver um compromisso com a tare-fa como um todo (para que o seu resultado final seja de qualidade), as pessoas vivem num “si por si”, ou seja “eu faço a minha parte” e o resto “que se dane”. Ninguém se responsabiliza pelo todo. Quando o cliente faz uma reclamação, a resposta é sempre: “essa parte foi outra pessoa que fez”, „‟outro departamento”, etc.
Sem espírito de time, é impossível uma empresa vencer nos dias de hoje. Quando um trabalho tem que ser feito ou um serviço presta-do, todos devem se sentir responsáveis, isto é, procurar responder pe-lo resultado como um todo - e não apenas pela sua parte.
Certo dia, numa empresa, presenciei uma colaboradora dizen-do à outra: “não temos nada que fazer juntas. Você faz a sua parte e eu faço a minha. Não quero nem saber o que você vai fazer; se não der certo o cliente que reclame”. Este tipo de atitude só pode trazer prejuízos à empresa e aos clientes. Precisamos criar um clima de coo-peração, de colaboração, de responsabilidade coletiva em benefício da qualidade.
Muitas vezes as próprias chefias são culpadas por esse individualismo exacerbado. Um sistema punitivo demais, quando todos são punidos pelos erros que possam ocorrer, gera um comportamento de defesa que tende a deixar claro às chefias por qual parte cada um é responsável, impedindo o sentimento de cooperação e o espírito de time. Ninguém aceita ser punido por um erro que não cometeu, mas embora na prática cada pessoa possa ter a sua responsabilidade individual ou suas tarefas, ela também deve se sentir responsá-vel pelo “todo”, ou seja, pelo resultado final.
A verdade é que o cliente não aceita desculpas do tipo “não sou responsável por essa parte do trabalho”. Ele vê a empresa como uma unidade e os colaboradores também de-vem procurar enxergar sua empresa como um conjunto harmônico, trabalhando em bene-fício do cliente.
Pense nisso. Sucesso!
ANT

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Premier IT LEADERS



Mais uma vez recebo com muita alegria o ranking da Revista Computerworld.
Divido com todos vcs e agradeço pelas muitas lições aprendidas com cada um .
João Rufino

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Presidente do CIASC está entre os 100 melhores CIO do Brasil pelo segundo ano consecultivo.
A revista Computerworld Brasil colocou entre o 100 melhores CIO do Brasil o Executivo João Rufino de Sales Presidente do Centro de Informática e Automação do Estado de Santa Catarina.
O Premier 100 IT Leaders Prémios destaca executivos que tiveram um impacto positivo na sua organização através da tecnologia. Indivíduos altamente especializados em gerenciar as organizações de TI , pessoas capazes de coordenar e motivar as equipes de TI com os seus desafios interessantes, imaginar soluções inovadoras para problemas de negócios e efetivamente gerenciar e executar estratégias de TI.
A Computerworld define um líder de TI Premier como um indivíduo que orienta o uso efetivo da tecnologia da informação para melhorar o desempenho de negócios da empresa. O Premier IT Leader pode ser um CIO ,CEO , vice-presidente, diretor ou gerente. Características adicionais de um líder de TI incluem o seguinte:
Promove uma visão de TI que dá suporte à estratégia de negócios da empresa
Identifica oportunidades estratégicas fornecidas pela TI
Pensa além do curto prazo das necessidades táticas para metas de longo prazo
Compreende as necessidades de negócios
Usa a tecnologia para ganhar uma vantagem sobre a concorrência
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Aprende com os fracassos e usa essas experiências para melhorar os processos de TI e serviços
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