sexta-feira, 11 de março de 2011

terça-feira, 8 de março de 2011

Homenagem as muitas almas femininas em minha vida- TKS

a transformação tem que ser quântica e não orgânica

Publicado no BLOG nós da comunicação - adaptação a outro contexto é minha.

No início do ano eu encontrei com um colega que contou os desafios que ele estava passando na empresa em que trabalha. Ele atua na área de comunicação de uma organização que está passando por um penoso processo de aquisição/fusão. Lá pelas tantas, ele soltou a frase que motivou este texto. Ele disse que a empresa tem um business plan detalhado e muito bem definido, repleto de métricas de curto e médio prazos. Os controles são rígidos e os processos passam por revisão rigorosa. Também existe um plano de comunicação muito detalhado, com objetivos e métricas estabelecidas, ou seja, todo o passo-a-passo está definido. Neste cenário, o meu colega comentou que as duas empresas têm culturas diferentes e que não será possível fazer as grandes transformações necessárias pelos caminhos tradicionais. Será preciso inovar. Tem que pensar diferente, e tomar decisões de risco, pois a transformação tem que ser quântica e não orgânica. Contudo, o plano desenhado não contemplava nada no sentido de tomada de riscos. Aliás, era o contrário, o plano era bem tradicional.

Foi exatamente neste momento que pensei no conceito que aprendi no livro "Onipresente" de Ricardo Cavallini e que nunca mais esqueci. Aí vai...

Qualquer empresa pode se cercar de boas práticas, conhecimento, pesquisas, mil planos, etc. Mas inovar significa experimentação e risco. A cultura do "business plan" foi criada e amadurecida para entender o risco, mas acabou virando apenas uma forma de evitá-lo a todo custo. Aceitar o risco significa sair do ambiente de resultado garantido para buscar um resultado acima da média. Soa quase impossível inovar e conquistar saltos quânticos com planos "papai-e-mamãe". Um plano cheio de métricas vai levar você a se concentrar nas métricas. Quanto mais métricas, mais amarrado a elas você fica. Atender às métricas passa a ser o seu objetivo maior, esquecendo outras possibilidades. No fim de tudo, você se acomodará em atendê-las.

No ambiente corporativo, este conceito é ainda mais evidente. As empresas não esperam que seus profissionais sejam "papai-e-mamãe". Elas esperam profissionais ousados, que pensem diferente, que adorem experimentação e risco, que desafiem constantemente os tais "planos", que gostem de olhar para frente em vez de olhar para trás, que sejam autodidatas e criativos. Além disso, as empresas também esperam que eles entendam os objetivos e os negócios, que sejam estratégicos e visionários. Enfim, em qualquer empresa, não importa o tamanho ou o segmento econômico, o profissional tem que ser aquele que incomoda, que inspira e que faz as pessoas sonharem além dos objetivos e das estratégias da companhia.

Agora, fala sério comigo. Você acredita que uma empresa com um plano superdetalhado, repleto de métricas e controles, com seus profissionais sobrecarregados de trabalho com metas de curto e médio prazos, tem chance de pensar em saltos quânticos de inovação? Parece difícil. Inovação significa soltar as amarras da organização. Que fique claro, eu não estou dizendo que ter um plano detalhado é ruim, aliás, é muito bom, mas o excesso de controles e métricas normalmente é muito danoso.

Em resumo, eis os três pontos que quero destacar:

1 - Caso você trabalhe sob um "business plan", meu recado é que você não se satisfaça com ele. Não fique totalmente amarrado a um plano que não vai permitir a você experimentar e se arriscar.

2- Não se contente com as "best practices". Implementá-las nas empresas pode significar apenas implementar algo que já foi feito, com resultados já esperados, porém pode ser que não seja realmente inovador. Alguns mais extremados dizem que o foco nas "best practices" é o caminho da mediocridade. Eu não penso desta forma, mas definitivamente "best practices" significa copiar ou adaptar algo que alguém já fez, tentou, e aparentemente deu certo. Introduzir uma "best practice" pode ser SIM inovador para uma empresa ou área que nunca pensou naquilo, mas não se acomode com elas. Tente criar as suas práticas.

3- O profissional tem que ser ousado, questionar sempre, desafiar o "status quo" e não se satisfazer com as "best practices" e "business plans" da vida.

Por fim, não venha você me dizer que trabalha numa empresa pública, ou numa pequena empresa, e que nela você não consegue inovar ou propor algo diferente. Esqueça isso. Espaço para propor, criar e testar coisas novas sempre existe. É uma questão de atitude e engajamento individual. É claro que em algumas empresas isso fica mais difícil, mas espaço para inovação é possível em todos os lugares.

Avalie o seu perfil de profissional como o perfil de um investidor. Podemos pensar em carreira como investimento. Afinal, qual é o seu perfil de profissional? Conservador, moderado ou agressivo? Olhando os três pontos acima, como você se auto-avalia?

Por sinal, falei para o meu colega que eu não acreditava nos planos da empresa dele. Ou, pelo menos, que ele não deveria se satisfazer com o que tem nas mãos.


Mauro Segura é diretor de Marketing e Comunicação da IBM Brasil. as modificações são minhas. Acredito que o pensamento do autor não deve ficar restrito aos profissionais de comunicação e marketing .Ele serve para todos a organização.

Carro sem motorista

segunda-feira, 7 de março de 2011

Geração Y: a mais formidável da história da sociedade humana

Prezados amigos permitam-me uma copia do Blog "a quinta onda" para que possamos enriquecer nosso pensamento durante o carnaval .
Quem desejar ler o original siga o Link - A Quinta Onda

Geração Y: a mais formidável da história da sociedade humana
Dias atrás eu cheguei no meio de uma conversa de amigos baby-boomers sobre gerações no ambiente do trabalho. Era uma conversa descontraída, com pessoas de diversas empresas que já haviam trabalhado juntas no passado e que costumam se encontrar uma vez por ano. Fiquei mais como ouvinte, até para não influenciá-los com meus conceitos que são radicalmente diferentes do que eu ouvi.

Poderia resumir o que captei no seguinte.
Os jovens da geração Y são egocêntricos, imediatistas e mais impulsivos dos que os jovens das gerações anteriores. São seres humanos mais individualistas, cultuam a si próprios, sendo quase narcisistas. A forma como se comportam nas redes sociais comprovam tal avaliação. Quando entram no mercado de trabalho eles têm expectativas irreais, são ansiosos e pouco tolerantes. Essa geração deve piorar o mundo ao longo das décadas, pois são pessoas que têm um conceito de sociedade diferente, preferem o contato pela internet do que o contato físico, suas discussões são sempre superficiais e mudam de assunto frequentemente. São jovens que se concentram pouco nas coisas, pois fazem muitas atividades simultaneamente.

Depois a conversa tomou outro rumo, falamos de futebol e outros assuntos mais "importantes" para a geração baby-boomer. Tenho que confessar que saí do papo com o queixo caído. Até concordo com algumas coisas que foram ditas, mas a minha visão é radicalmente diferente da conclusão deles.

Minha avaliação é que a geração Y é a mais formidável da história da sociedade humana. São jovens com a cabeça aberta, mais informados e antenados com o que acontece no mundo, mais flexíveis e curiosos, parecem se divertir sempre e estão muito mais preocupados com o meio-ambiente e sustentabilidade.

São pessoas que não abraçam o radicalismo, que escutam mais e são muito menos preconceituosos do que qualquer geração anterior. São mais investigativos, eles não aceitam as coisas porque "são assim". É uma geração que cultua a colaboração e o relacionamento, que valoriza a velocidade pois o mundo está aí "para ser curtido".

Eles não têm tempo a perder. Procuram sempre fazer as coisas de maneira diferente. São empreendedores. Gostam da customização, da personalização, e não curtem a massificação. São capazes de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Adoram tecnologia, porque ela aproxima pessoas e quebra barreiras.

No ambiente de trabalho, os jovens querem trabalhar felizes e buscam oportunidades. Eles são tolerantes quando acham que vale a pena, mas não tem pena de mudar de trabalho se acham que o patrão não vai dar chance a eles. Para a geração Y, trabalho e emprego são coisas diferentes. Para muitos, são eles que "contratam" as empresas, e não o contrário.

Enfim, os jovens estão balançando valores antigos da sociedade e muitos deles realmente já mereciam ser balançados há tempo. Os jovens da geração Y são a melhor notícia que a sociedade humana já teve nos últimos tempos.

Claro que existem problemas. Os jovens vivem "online" demais, o conceito que eles têm de "privacidade" é questionável, parecem estressados com tantos estímulos oriundos da tecnologia que os cerca, "copyright" não é legal para eles e são mais insatisfeitos com a sociedade em geral. Parecem também ser poucos resilientes no trabalho.
Sim, sim, são problemas, mas parecem pequenos perto das virtudes dessa nova geração.

Reflita bem o que vou falar: eu sou da geração baby-boomer e, às vezes, me sinto constrangido com o mundo que nós, baby-boomers, estamos deixando para os nossos filhos e netos.

O planeta está mais poluído. Vivemos com problemas críticos nas áreas de segurança, saúde, transporte e educação nas grandes cidades. A sociedade está mais injusta, com desníveis sociais profundos. Crimes e drogas estão nas capas dos jornais e na frente das nossas casas.

A pobreza continua sendo um mal do planeta. As pessoas não acreditam em seus governos e falta espírito público. Corrupção é uma dor constante. O trabalho está mais competitivo. As empresas, em geral, não contratam mais as pessoas para construírem carreiras de longo prazo, tudo é imediato. A competitividade no trabalho é incentivada pela liderança, que coloca pressão na performance e nos resultados como nunca se viu antes. Tudo está mais rápido e imediatista. Muitos trabalhadores se sentem explorados. A nossa sociedade cultua o consumo e o superficial. O Big-Brother dá mais audiência do que qualquer programa cultural.

Tudo isso parece negativo. Talvez, a melhor coisa que trouxemos para o mundo foi o avanço da tecnologia, que hoje está em todas as áreas, trazendo mais conforto, bem-estar e melhorias, principalmente, na saúde, educação, entretenimento e, com certeza, na inclusão social. O melhor exemplo disso é a internet, que tem por trás as redes sociais, que estão mudando o mundo.

Agora pense bem.
Veja o mundo que estamos entregando para a geração Y e para os jovens do futuro. Como evitar que as novas gerações sejam mais competitivas, imediatistas e individualistas? Nós, baby-boomers, construímos isso.

Resta a nós, baby-boomers, que hoje lideramos os governos, empresas e sociedade em geral, a singela responsabilidade de sair da frente. De darmos as ferramentas, oportunidades e as condições para que a geração Y cumpra o próprio destino. De deixarmos de ser preconceituosos.

Acredite, eles farão o mundo melhor.

Nosso mundo daqui a oito anos

domingo, 6 de março de 2011

Redes Socias - 13 dicas

Segundo Mauro Segura do Blog a quinta onda exitem 13 dicas básicas para as empresas que vão começar em mídias sociais.Não é teoria não, são lições importantes de quem vem trabalhando com redes sociais corporativas nos últimos anos. Ofereço a discussão para que os gestores possam refletir sobre o maravilhoso uso das redes sociais. Podem seguir o Link é seguro.

http://aquintaonda.blogspot.com/2010/08/dicas-redes-sociais-empresas.html

É preciso saber viver

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.
Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.
Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,
acima de tudo, reconhecer suas virtudes.