domingo, 28 de novembro de 2010

Viva a Morte.Morra Hoje - por Paulo Angelim


Um especialista em motivação profissional é a última pessoa de quem se espera ouvir uma afirmação como esta. Mas é exatamente isto que Paulo Angelim propõe neste livro tão provocador quanto revolucionário: uma atitude realmente positiva em relação à vida pessoal, profissional, familiar e espiritual só pode nascer e crescer sobre as cinzas de velhos vícios, conceitos anacrônicos e, principalmente, hábitos inadequados.

Evidentemente, a morte à qual o autor se refere não é o fim da existência física. Assim como Jesus Cristo explicou a Nicodemos na Bíblia - livro cujas verdades eternas servem de inspiração para os princípios ensinados por Angelim -, o processo acontece em outra dimensão e culmina no renascimento para uma vida vitoriosa e cheia de entusiasmo em todas as áreas.

Escrito para mobilizar empreendedores, executivos, educadores, estudantes e líderes dos mais variados grupos, "Morra e Mude" é um desafio explícito ao marasmo e um convite irrecusável à renovação

Leia abaixo alguns trechos....


Atitude

É na mente que começam todas as grandes mudanças do homem. O apóstolo Paulo afirmou que não deveríamos nos conformar com este mundo, mas transformá-lo pela renovação de nossas mentes. Mas para que isto possa ocorrer, para que essa nova criatura nasça, para que haja essa necessária mudança, antes é preciso que morramos! Convido você agora a participar desta jornada, que tem sua mente como ponto de partida.

Viva a morte!

“A maioria das pessoas teme a morte por não terem feito algo de suas vidas.”
Peter Ustinov

EU SEI QUE O TÍTULO deste capítulo pode parecer estranho, sombrio e nada motivador — principalmente se considerarmos que meus textos, via de regra, têm o propósito de elevar o estado de espírito das pessoas. Mas não tema, pois o propósito é exatamente este: quero mostrar que todos os nossos tabus sobre este tema, a morte, são um grande equívoco, e que, na verdade, deveríamos mudar nossas perspectivas a respeito do assunto. A lógica é bastante simples, objetiva e acessível: aqueles que desejam evoluir em todos os aspectos da vida precisam aceitar a idéia de lidar com a morte, por mais imprevisível e inexorável que seja.
Primeiramente, repare que a primeira idéia que provavelmente veio à sua mente diante da palavra “morte” foi seu significado básico, qual seja, a ausência de vida. É bem possível que você tenha pensado em hospital, caixão, velório, enterro, família em prantos etc. Nossas mentes já estão de tal forma condicionadas a pensar negativamente diante da morte que imediatamente remetem ao momento no qual definitivamente deixaremos este mundo.
Porém, não é a este tipo de morte que me refiro neste livro — até porque há outros tipos de morte. É verdade. E vou mais além: digo a você que precisamos morrer todo dia! É isto mesmo. A morte é uma passagem, uma transformação. Não existe planta sem a morte da semente. Não existe embrião sem a morte do óvulo e do esperma. Não existe borboleta sem a morte da lagarta.
A morte é o ponto de partida para o início de algo novo, de um novo estágio. É a fronteira entre passado e futuro. Se você começar a pensar dentro desta perspectiva, verá que a palavra “morte” já não causará tanto desconforto, e poderá buscá-la mais facilmente. Você leu corretamente: defendo que nossa relação com a morte deve ser tão harmônica a ponto de buscarmos morrer em alguns aspectos de nosso ser para que possamos alcançar estágios mais evoluídos de desenvolvimento. Vejamos alguns exemplos.

- Quer ser um bom universitário? Mate dentro de você o secundarista aéreo que pensa que ainda existe muito tempo pela frente, e que planejar o futuro é perda de tempo.

- Quer ser um excepcional profissional? Mate dentro de você o universitário descomprometido e avesso às responsabilidades, que acha que a vida se resume a estudar só para fazer provas e entregar trabalhos.

- Quer ser um excelente marido ou uma ótima esposa? Mate dentro de você o solteiro que pensa poder fazer planos sozinho, sem ter de dividir espaço, projetos e tempo com mais ninguém.

- Quer ser um líder bem-sucedido? Mate dentro de você o subordinado egoísta que pensava na liderança como o momento em que o mundo passa a girar a seu redor.

Enfim, todo processo de evolução exige que matemos o nosso eu passado, inferior. Se não agimos assim, corremos o risco de tentar ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o foco, comprometendo a produtividade e, por fim, prejudicando o sucesso. Muitas pessoas não evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, ao invés de se projetar para o que serão ou desejam ser. Elas querem o novo posto, o novo degrau, sem abrir mão da forma como pensavam ou como agiam. Com isso, transformam-se em projetos inacabados, híbridos, adultos infantilizados.

Paulo deixou-nos uma bela lição em I Coríntios 13:11: “Quando eu era criança, falava, pensava e raciocinava como criança. Mas quando me tornei homem, meus pensamentos se desenvolveram muito além dos pensamentos da minha infância, e agora eu deixei as coisas de criança”. Ou seja, é possível que, vez por outra, nossas ações sejam infantis — no melhor sentido da palavra —, de tal forma que não matemos virtudes próprias dos tempos de criança, como a vontade de brincar, o sorriso fácil, a vitalidade, a criatividade e assim por diante. Mas se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar a criancice — neste caso, no sentido negativo.
Quer ser alguém (um profissional, uma mãe, um cidadão, uma estudante, um amigo) melhor e mais evoluído? Então pense nas coisas em você que precisam morrer ainda hoje para que nasça aquilo que você tanto deseja ser. Pense nas palavras de João 12:24: “Eu devo morrer como um grão de trigo que cai dentro da terra. Se eu não morrer, ficarei sozinho — uma semente isolada. Porém a minha morte produzirá muitos novos grãos de trigo — uma abundante safra de novas vidas”.
Pense nisto... e morra! Mas não esqueça de nascer melhor ainda!

DESAFIO
Para nascer alguém que frutifica, mate quem você é hoje!

domingo, 21 de novembro de 2010

Homenagem Póstuma

A fé é como uma bússola que direciona os navios incertos para o mar da serenidade. Neste momento de despedida, é a fé que nos fortalece, para a continuidade de nosso cotidiano, entregando a Deus os nossos passos e tendo a certeza da existência da vida eterna, na Casa do Pai.
“As pessoas boas não morrem, ficam encantadas”, disse Guimarães Rosa





Morreu no sabado(20/11) vitima de acidente em serviço meu primo Eduardo Aragão. Pessoa extremamente amorosa sempre tinha um sorriso no rosto para enfrentar os problemas da vida. Foi em paz, viveu apenas 41 anos conosco. mas valeu. Foi uma vida intensa, bem vivida. Deixou filhos, amores, amigos, tudo que alguém precisa para ter vivido bem. Vai em paz irmão, que Deus te abençoe e te guarde em suas inumeras moradas. Sempre lembraremos de você por tudo aquilo que nos ensinou.





Fica nossa saudade, nossa emoção, nosso sofrimento, mas acima de tudo nossa confiança em nosso glorioso Pai que está no Céu.






Adeus Irmão ....um dia nos encontraremos novamente...que nosso irmão Jesus Cristo te receba como todos nós te recebemos. Continue , de onde estiveres a olhar por nós...



sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Porque usar a aliança no quarto dedo? Segundo os Chineses


Porque usar a aliança no quarto dedo? Segundo os Chineses
Usamos a aliança no quarto dedo porque é impossível separar uma mão da outra quando estão ligadas pelo quarto dedo. Assim é a união do casal.Veja o filme e você vai compreender. Tente fazer o que é mostrado.

Cada dedo da mão representa um membro da família:
- Polegar - representa os pais;
- Indicador - representa os irmãos;
- Médio - representa você mesmo;
- Anular - representa seu companheiro;
- Mínimo - representa os filhos.

Una os dedos das duas mãos pela ponta dos dedos, exceto os dedos do meio que deverão estr dobrados um de frente para o outro.

Agora, tente separá-los:
Os polegares podem ser separados, eles indicam seus pais; você não viverá com eles o resto de sua vida. Os indicadores separam-se facilmente; os irmãos e irmãs um dia também vão se separar de você, pois terão suas próprias famílias. Assim o indicador e o dedo mínimo também podem se separar.

Os dedos mínimos também podem ser separados. Indicam seus filhos que também irão crescer e se casar.

Finalmente, os dedos anelares, não conseguimos separá-los, significando que marido e mulher devem viver juntos o resto da vida.

Tente fazer o mesmo usando a sua mão esquerda e a direita de sua esposa e verá que é impossivel separar o quarto dedo tb

terça-feira, 2 de novembro de 2010