terça-feira, 28 de setembro de 2010

II Congresso Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção.



Usuário IPAD - clique aqui para baixar o arquivo

Ataque Cibernético na Georgia 2008

Exército dos USA treinam para guerra cibernética

http://www.4shared.com/video/aNTRhZcS/CNN2.html

Implemente uma Politica de Defesa Cibernética

Estudo indica que empresas estâo tendo perdas significativas com ataques cibernéticos em seus ambientes de informação.

Contribuição para discussão sobre Defesa Cibernética

Apresento a seguir uma visão dos EUA como contribuição para discussão do assunto no Brasil .





Para os que gostam de acessar direto da origem aqui vai o link.
http://www.nap.edu/catalog.php?record_id=12651

Espaço Cibernético(uma amostra)

JESS3 / The State of The Internet from JESS3 on Vimeo.

Sistema Integrado de Comunicação e Monitoramento

Uma verdadeira revolução no monitoramento de obras está prestes a ser implantada
video

A utilização de ferramentas de BI pelo DEC

Palestra que foi apresentada no Microstrategy Symposium 2010 em São Paulo no dia 31 de agosto .

Clique aqui para ver a reportagem sobre o assunto no Portal ITWEB

sábado, 18 de setembro de 2010

Without you

Clip : live : Mariah Carey : Without you - kewego
Aqui esta um video live de "without you" de Mariah Carey, live do "Proctors theater", ;)

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Para pensar

"Quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável."

sábado, 11 de setembro de 2010

Chegando as eleições

As eleições estão chegando...Já sabe em quem vai votar???
Ainda não. Está na hora de escolher, pior é ficar em cima do muro e deixar que outros escolham por você uma pessoa que poderá decidir seu futuro. Saia da zona de conforto que lhe colocaram dizendo que todo político é ladrão , que todo político não presta. É mentira tem gente boa por ai aos montes procurando pelo seu voto, não um voto de protesto mas um voto consciente , aquele que tem orgulho depois de apresentar o seu parlamentar como se apresenta um amigo.Pense , quem pode melhor representar meus interesses no governo. Quem vai para a tribuna brigar pelos meus valores mesmo que seja uma voz que clama no deserto. Quem já tem história para fazer, quem é novo e representa mudança, quem é o meu representante. Procure pense e você com certeza vai achar um que mereça seu voto. Quem vai ser eleito é uma questão de quantas pessoas pensam de forma semelhante a você. No mais é aceitar a decisão soberana do voto.




terça-feira, 7 de setembro de 2010

7 de setembro

DIA DA INDEPÊNDENCIA DO BRASIL


SERÁ?????

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

MULTIPLICANDO PÃES

MULTIPLICANDO PÃES
O GLOBO - 1º CADERNO - OPINIÃO - 27 de setembro de 2008


Crise, palavra pessimista, foi trocada nos anos setenta pelo significado chinês de "oportunidade", palavra otimista. No entanto, o pessimismo e o otimismo são lados de uma mesma moeda: o desejo de controle. O que não queremos aceitar é que uma crise é convulsão, é involuntária, é fronteira entre nossa atitude e a vida.

A crise é percebida como escassez e se dá mais na relação com a vida do que na realidade. Esquecemos que a vida é em si abundância, um fenômeno para além do descrito por Darwin. Não é a competição que faz a vida, é o compartilhar; não é a escassez que determina o vencedor, mas a capacidade de se relacionar com o meio ambiente de uma forma abundante.

A ecologia, por exemplo, martela a idéia da escassez. Verdade que a mentalidade da falta favorece a contenção, mas também o desejo por acumulo, a competição e o foco na míngua. A penúria é sempre localizada na insuficiência do recurso e nunca na relação de insatisfação. E sobre isso muito tem a dizer o profeta bíblico. Há 25 séculos disseram que a grande evolução espiritual seria de ordem econômica e ética. E se daria na mudança de foco da escassez para a abundância. Não seria a oferta e a demanda que ditaria os valores, mas os valores internos que regulariam a relação com a oferta e a demanda do momento. E eles nos ofereceram um "case", um modelo experimental:
O profeta Eliseu se viu com cem homens tendo apenas vinte pães. Seu servo disse: "Como hei de pôr isto diante de cem homens? E disse ele: Dá para que comam; comerão, e sobejará". Comeram e sobrou.

O racionalista lê esta passagem como piedosa desprovida de realidade. Já o crente a lê como uma prova de milagre, de que a realidade é moldável à moral e às expectativas de bondade. Ambas atendem ao desejo de controle e não abarcam o sentido do profeta. O profeta não produz mais pães. Só existem vinte. O que o ele promove é uma relação distinta com a vida. Para que vinte pães alimentem cem homens é necessária uma nova relação com estes recursos. Se o seu foco for a escassez irão matar uns aos outros. O que eles precisam é descobrir alternativas que resgatem a abundância. O profeta não interfere na realidade de oferta e demanda, mas estabelece uma nova relação com o recurso, uma nova economia. A fartura dessa nova relação se dá em ativos de natureza diferente. Há ativos do tipo "soma-zero" que não se reduzem e escasseiam na divisão. Óbvio isto não ocorre com a riqueza ou o poder, mas sim com o conhecimento, a confiança, a amizade, a gentileza e o amor. Esses artigos não rareiam com a divisão, ao contrário, se multiplicam. Só fazendo uso deste tipo de comodities vinte pães podem satisfazer e sobrar para cem homens. Somente elas poderão incluir uma nova metade esquecida da população mundial que quer desfrutar de abundância já que isso não se fará pelos recursos, mas por uma nova relação com a vida.

Nossa relação é equivocada. Olhamos o espaço e o percebemos escasso. A terra não é o lote, o hectare; mas a relação com a vida. Olhamos nosso tempo e o percebemos escasso. Os momentos não são as horas, os dias, a longevidade; mas as escolhas de cada instante. Não há escassez na interação que o espaço promove e não há escassez nas escolhas que o tempo permite.

As crises são advertências daquilo que é, mas não queremos aceitar. Não se trata de conformismo, mas economia. A multiplicação dos pães não virá nem por ilusão ou hiper-realismo. Estará sempre disponível à espécie que souber sair da zona de conforto e se guiar pela abundância, que é por onde a vida passa.


Rabino Nilton Bonder