quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Poliamor

Se você é muito tradicional aconselho a passar para o proximo post...

O namoro e o amor estão tomando rumos bem diferentes em nossa era cibernética . Novas soluções, novos conflitos, novas formas de amar e ser amado. O assunto é estranho para uns, absurdo para outros porem mais comum do que alguns pensam. Amor é completude antes de mais nada, a evolução natural está nos levando para isso, não é falta de vergonha, carater ou qualquer outra coisa, é preciso abrir os olhos e ver além de nossos preconceitos para entender as novas gerações.... Vale uma reflexão... Boa leitura do texto de ROSANA FERREIRA Editora-assistente de UOL Estilo Comportamento


João ama Ana, que ama Roberto, que ama Jussara, que ama João. Essa ciranda do amor parece até saída de uma poesia ou canção, mas é usada aqui para ajudar a entender o poliamor. Trata-se de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo.

Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade. Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. “Não há ciúme, pois não há medo de perder”, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro “A Cama na Varanda” (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. Veja aqui no que os poliamoristas acreditam.

O assunto é polêmico e mais conhecido do que se imagina. No Google, por exemplo, há 171 mil resultados para a palavra poliamor, enquanto no Orkut, pode-se encontrar 14 comunidades. Mas, antes de tudo, é bom diferenciar poliamor de outros tipos de relacionamento, como relação aberta, poligamia e swing.

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